Na última semana, participei como intérprete de Libras do evento “Falando delas com eles”, realizado dentro da Semana de Combate ao Feminicídio. A iniciativa trouxe à tona um tema urgente e indispensável: a conscientização sobre a violência contra a mulher e a importância do diálogo entre todos, homens e mulheres, na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

O encontro buscou promover reflexões sobre a responsabilidade coletiva no enfrentamento do feminicídio. A proposta foi justamente ampliar a conversa, trazendo os homens para a discussão, mostrando que o combate à violência de gênero não é apenas uma pauta feminina, mas uma causa humana.

Estar presente como intérprete de Libras foi uma experiência enriquecedora, pois garantiu acessibilidade e inclusão, possibilitando que a comunidade surda também tivesse voz e vez nesse debate. A luta contra o feminicídio precisa ser acessível a todos, porque somente com a participação de diferentes vozes é que conseguimos transformar realidades.

Mais do que uma palestra, o evento foi um espaço de escuta e troca, onde ficou evidente que combater a violência exige diálogo, empatia e compromisso social. O feminicídio é a face mais cruel de uma violência que pode ser prevenida quando há educação, conscientização e engajamento coletivo.

O tema “Falando delas com eles” deixa uma mensagem clara: precisamos falar sobre a vida, os direitos e a dignidade das mulheres com aqueles que também podem e devem ser agentes de mudança.

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